Eneagrama

História

O Eneagrama é um milenar símbolo-síntese criado há cerca de 4.500 anos, por sábios de uma época esquecida,- não se pode atribuir sua invenção especificamente a alguém - na qual as ciências exatas e a psicologia da possível evolução humana estavam diretamente ligadas. 

De origem grega, a palavra eneagrama significa nove linhas e vem de duas palavras gregas: enea significa nove e grama significa desenho ou figura. Ele contém em si os diagramas das leis fundamentais do Universo, e transmite não só a própria ciência como também mostra igualmente o caminho pra se chegar até ela.

Por esse motivo está longe de ser considerada uma tipologia, já que consegue conjugar e agregar tipologias existentes, indo muito além.

O Eneagrama é um sistema de análise do comportamento humano.

 

RESUMO DE TIPOLOGIAS

  1. Astrologia - 12 tipos relacionados à posição do zodíaco onde se encontra o sol - em movimento - à época do nascimento. Academicamente, questiona-se a confiabilidade desse pressuposto.
  2. Hipócrates (377 AC) - Sangüíneo, melancólico, colérico e fleumático. 377 AC! Pode não ter sido de sua autoria mas, observando os humanos hoje, será que precisamos nos preocupar com direitos autorais?
  3. Carl Gustav Jung (1923) - Três pares de funções distintas: extroversão/introversão, sensitividade/intuição, pensamento/sentimento - levam a 8 combinações (tipos) possíveis. As teorias de Jung geraram várias outras tipologias de estilos de comportamento social.
  4. Isabel Briggs Myers (atual) - Inclui mais um par: percepção/julgamento - leva para 16 o número de tipos. O "Myers-Briggs Type Indicator" (MBTI) foi muito popular nos EUA na década de 1980. Está sendo usada no Brasil.
  5. Karen Horney (1952) - Quatro maneiras de proteção contra o medo fundamental: amor, submissão, poder e distanciamento.
  6. Fritz Riemann (1979) - Quatro medos humanos básicos: medo de proximidade, de distância, de mudança, de estabilidade.

 

O Eneagrama traça o caminho do autoconhecimento. É fundamentado no Princípio da Recorrência: de que a história se desdobra ciclicamente, com tendência a repetir continuamente certos padrões de comportamento, possíveis e potenciais limitadores da Evolução.

A partir dos anos 70, o mundo começou a despertar para este extraordinário sistema, que transmite conhecimento sobre nove tipos de personalidade distintos, mas interligados, ou ainda, sobre nove modos de ver e experimentar o mundo.

 

Eneagrama no Brasil


Uma indicação do rápido crescimento do Eneagrama no Brasil é a lista de trinta livros de Eneagrama publicados em Português. Dez destes livros foram escritos por brasileiros,e vinte foram traduzidos a partir de originais americanos e europeus. Em fevereiro de 2004 houve um relatório de quatro páginas sobre o Eneagrama em "Você SA", uma das revistas de negócios mais importantes no país.

O Brasil tem uma longa lista de professores locais de Eneagrama. Alguns dos mais visíveis são: Alaor Passos, Domingos Cunha, Frederico Porto, Khristian Paterhan, Márcio Schultz, Nelson Mariz de Lyra, Pedro Alípio, Urânio Paes, André Prudente, irmã Anelise.

No lado empresarial, importantes grupos locais já usaram o Eneagrama em consultoria para algumas das suas equipes, no treinamento, coaching executivo e/ou programas de coaching. Esta lista  inclui, por exemplo: Unibanco, Itaú e Banco Nossa Caixa (bancos); Editora Abril (uma organização de grandes editoras); Amil, um Health Management Organization (HMO), e a Embraer (a terceira maior indústria de aviões). Sucursais locais de grande multinacionais, como Avon, Energia Emerson, Stora Enso, a Vivo (Portugal Telecom e Telefónica Móviles) e Yahoo, também estão usando o Eneagrama. O sistema é ensinada como parte dos programas de MBA das duas escolas de negócios mais importantes - FGV e USP. Outras instituições de Ensino Superior vêm progressivamente incluindo o estudo do Eneagrama.

Nos últimos tempos, o leque de aplicações do Eneagrama no Brasil tem crescido muito em sua abrangência nas esferas

  • Terapêutica: Facilitador de diagnóstico da personalidade, serve de atalho no tratamento, permitindo a interlocução eficaz e vislumbre de ações cognitivas comportamentais direcionadas nas áreas da psicologia, do relacionamento interpessoal, da saúde, dos movimentos sociais, das comunidades e de vários grupos marcados pela exclusão social;
  • Empresarial: Conhecer padrões comportamentais tem caráter estratégico na gestão de pessoas. Preparar líderes, desenvolver habilidades focadas na personalidade e nas potencialidades de cada indivíduo;
  • Espiritualidade e Autoconhecimento: através do autoconhecimento é possível desenvolver novos níveis de consciência, atuando proativa e não reativamente, melhorando as relações.

Vale ressaltar que a eficácia do Eneagrama e seu valor prático nos processos de coaching, psicoterapia, psicologia e terapias alternativas, já foram devidamente comprovados, entre outros, por testes psicológicos internacionalmente conhecidos como o MBTI, o IMPI e a Escala de Autoavaliação de Milton-Illinois.

 

Ética do Eneagrama

(Stanford University) 

 
1.  Conheça a si próprio primeiro.
 
2.  Desenvolva a aceitação e compaixão pelas diferenças entre pessoas.
 
3.  Ajude os outros a descobrirem o seu Tipo; não lhes diga qual Tipo eles são.
 
4. Quando outro Tipo disparar uma reação negativa, olhe para o seu próprio Tipo, tentando encontrar a chave (compulsão). Assuma que a questão é com você.
 
5. Não estereotipe, não assuma que somente certos Tipos são adequados para certas posições no mundo do trabalho, ou que outros nunca poderiam fazer isso ou aquilo. Lembre-se que o Padrão de Comportamento não é tudo que somos e sim algo a ser amadurecido.
 
6. Esteja pronto para abrir seu coração para cada Tipo em vez de sua mente crítica.
 
7. Trate o Eneagrama com respeito e cuidado, ele não é um jogo de psicologia-pop. É uma realidade sobre a natureza humana.
 
8. O melhor uso desse modelo de personalidade é começar a se libertar das limitações de seu padrão de comportamento... ir além dele, para sua natureza superior.

 

Classificação dos Tipos

Esse vídeo demonstra com uma linguagem simples e com exemplos do cotidiano a forma como são caracterizados os 9 Traços do Eneagrama, gerando uma reflexão acerca de nosso traço principal e como ele se manifesta em nosso cotidiano, nas nossas relações e atividades.

Constelações

Definição de Sistema:

Um sistema é qualquer grupo de pessoas que regularmente trabalha, aprende, se diverte ou se relaciona em conjunto. No caso das organizações inclui os donos das empresas, os fundadores, administradores, gestores, funcionários, departamentos, produtos, mercado, clientes etc.

O denominador comum destas organizações é que são compostas de seres humanos. A dinâmica sistêmica acontece quando os seres humanos funcionam em um grupo.

Quando os Princípios Sistêmicos são considerados, constata-se que a organização funciona duma maneira harmoniosa e eficaz.

São eles:

  • respeito é o princípio mais importante (o que é, deve ser permitido ser) 
  • No sistema todos têm o direito ao seu lugar (pertença
  • Tem de haver um equilíbrio de dar e receber entre os indivíduos, entre os indivíduos e o sistema e entre as diferentes partes do sistema. 
  • O sistema exige que certas prioridades e ordens de precedência devam ser observadas. Isto inclui a antiguidade, especialização, competência e hierarquia funcional.

 

Origem dos conflitos sistêmicos.

Todos pertencemos a muitos sistemas e por isso é normal experimentar tensões que são causadas quando as necessidades de um sistema são incompatíveis com as necessidades de outro. Mal entendidos e conflitos entre as várias culturas podem facilmente surgir. Em muitos casos, esses conflitos são relativamente pequenos e são resolvidos instintivamente dentro do sistema. É uma espécie de um processo contínuo de autocura ou autonivelamento. Mas, noutras ocasiões isso não acontece e, então, é necessário intervir.

 

CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS

Histórico 

Começou na Áustria em 1995: dois consultores de empresas convidaram Bert Hellinguer para fazer um trabalho numa empresa internacional. Foi um trabalho muito convincente, mas menos emocional do que nas constelações familiares. 

Entretanto Bert Hellinger não estava muito interessado nesta temática e disse a Gunthard Weber para fazer esse trabalho. Ao princípio, ele não sabia se o queria fazer, mas como trabalha com empresas, começou a fazer algumas experiências que tiveram resultados muito bons. É considerado o “pai” das Constelações Organizacionais. 

 

Em 1998 realizaram o primeiro Congresso, onde estabeleceram as primeiras bases. 

No princípio, os primeiros facilitadores eram terapeutas. Preocupavam-se mais com as dinâmicas sociais e psicológicas e em explicar o contexto empresarial desde uma óptica familiar. 

O pensamento sistêmico tem a ver com o contexto, com os processos, como se influenciam mutuamente, como se forma a consciência coletiva e como é que o observador influencia o observado, tudo isto como um todo.

Entretanto houve um outro professor universitário, Matthias Varga von Kibèd que desenvolveu uma apresentação teórica das Constelações Organizacionais e vários tipos de constelações, mais conhecidas por Constelações Estruturadas. Este professor que este fenômeno é como se fosse uma linguagem “transverbal” que é falada pelo grupo através da metodologia das constelações. O grande desafio é descobrir a “gramática” para esta linguagem. 

Começa a haver já, alguns estudos da validação dos resultados e análises estatísticas. Em Itália, foi apresentado um estudo na Universidade de Milão sobre marcas (estudaram-se 24 marcas e houve seis constelações que foram repetidas e obtiveram-se as mesmas conclusões). Os resultados foram surpreendentes, principalmente, por terem sido feitos com pessoas da área de marketing que não tinham qualquer conhecimento prévio do trabalho sistêico.                

 

PRINCÍPIOS DAS CONSTELAÇÕES ORGANIZACIONAIS SÃO:             

 Os princípios das Constelações Organizacionais encontram-se no nosso interior: é um processo curativo e não um processo descritivo (a aspirina tira a dor de cabeça, mas a causa da dor de cabeça não é a falta de aspirina). 

  • A existência do problema;
  • O que é, tem de ser reconhecido (respeito);
  • Mostrar a mudança e o que tem de ser preservado;
  • Igualdade de pertencer (direito ao vínculo);
  • Equilíbrio de dar e receber;
  • Necessidade de ordem (hierárquica, antiguidade etc.).

 

CULTURA ORGANIZACIONAL

Cada sistema desenvolve o seu próprio padrão de comportamentos e rotinas (como se fazem as coisas por aqui) e isto é o que se chama a Cultura da organização. As novas pessoas que entram no sistema tornam-se cientes disso duma maneira inconsciente e há sempre membros do grupo lembram aos outros se esse comportamento esperado não é seguido.

 

CONSTELAÇÕES FAMILIARES

O que são

Trata-se de um método de ajuda baseado nas descobertas do alemão Bert Hellinger, que desenvolveu seu método a partir de observações empíricas, fundamentadas em diversas formas de psicoterapia familiar, dos padrões de comportamento que se repetem nas famílias e grupos familiares ao longo de gerações.

 

Histórico

Esse filósofo deparou-se com um fenômeno descortinado pela psicoterapeuta americana Virginia Satir nos anos 70, quando esta trabalhava com o seu método das “esculturas familiares”: que uma pessoa estranha, convocada a representar um membro da família, passa a se sentir exatamente como a pessoa a qual representa, às vezes reproduzindo, de forma exata, sintomas físicos da pessoa a qual representa, mesmo sem saber nada a respeito dela.

Esse fenômeno, ainda muito pouco compreendido e explicado, já havia sido descrito anteriormente por Levy Moreno, criador do psicodrama. Algumas hipóteses têm sido levantadas também utilizando-se da teoria de evolução dos "campos morfogenéticos", formulada pelo biólogo britânico Rupert Sheldrake.

De posse de detalhadas observações sobre tal fenômeno, Hellinger adquiriu experiência e, baseado ainda na técnica descrita por Eric Berne e aprimorada por sua seguidora Fanita Englishde “análise de histórias”, descobriu que muitos problemas, dificuldades e mesmo doenças de seus clientes estavam ligadas a destinos de membros anteriores de seu grupo familiar.

 

Método

Com base nessas informações, um cliente apresenta um tema de trabalho e, em seguida, o terapeuta solicita informações factuais sobre a vida de membros de sua família, como mortes precoces, suicídios, assassinatos, doenças graves, casamentos anteriores, número de filhos ou irmãos.

Solicita-se ao cliente que escolha participantes neutros para representar membros da família ou do sistema a ser trabalhado. Esses representantes são dispostos no espaço de trabalho de forma a representar como o cliente sente que se apresentam as relações entre tais membros. Em seguida, guiado pelas reações desses representantes, pelo conhecimento das "ordens do amor" e pela sua conexão com o sistema familiar do cliente, o terapeuta conduz, quando possível, os representantes até uma imagem de solução onde todos os representantes tenham um lugar e se sintam bem dentro do sistema familiar.

 

As Leis do Amor

Hellinger descobriu que há 3 leis (ou necessidades) que atuam na família: hierarquia (estabelecida pela ordem de chegada), pertencimento (estabelecido pelo vínculo), equilíbrio (estabelecido pelo dar e tomar/receber). Quando tais leis são violadas numa família, surgem compensações que atuam em outros membros da mesma (muitas vezes em membros que sequer haviam nascido quando o problema aconteceu). Graças à representação, o cliente pode perceber para onde olha o seu amor e como tais leis podem ser novamente respeitadas. Então ele pode, talvez, enxergar o próximo passo que o conduza de uma maneira mais leve na vida, solucionando a questão que o incomoda.

As ordens do amor são forças dinâmicas e articuladas que atuam em nossas famílias ou relacionamentos íntimos. Percebemos a desordem dessas forças sob a forma de sofrimento e doença. Em contrapartida, percebemos seu fluxo harmonioso como uma sensação de estar bem no mundo.

 

Aplicações

A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:

  • melhoria das relações familiares;
  • melhoria das relações interpessoais nas empresas;
  • melhoria das relações no ambiente educacional.

 

DIFERENÇAS ENTRE CONSTELAÇÕES:

ORGANIZACIONAIS

Pertencemos a uma família desde que nascemos até depois da nossa morte. Pertencer a uma organização é uma escolha e é temporária, o que torna muito mais complexo, estes sistemas. 

  • função de um membro é menos definida e pode mudar;
  • Nas Constelações Organizacionais há a possibilidade de testar soluções ou simular vários cenários;
  • Nas Constelações Organizacionais, a visualização da solução abre caminhos mais rápidos para a resolução;
  • As Constelações Organizacionais têm uma carga menos emocional do que as Constelações Familiares.

 

FAMILIARES

  • A linguagem utilizada nas Constelações Familiares não é adequada ao ambiente empresarial e organizacional. É necessário utilizar uma linguagem específica quando se trabalha com as empresas;
  • A experiência mostrou que não é muito importante acabar as Constelações Organizacionais até encontrar uma solução como nas Constelações Familiares. As Constelações Organizacionais funcionam mais como um impulso que se desenvolve mais tarde, é como o início da mudança;
  • As Constelações não são a solução, mas um método para mostrar e encontrar o caminho; 
  • Só o Cliente é que pode encontrar e construir a solução.

PNL

PNL é uma forma de modelar comportamentos de sucesso. É uma técnica ímpar, pois permite a compreensão da estrutura da experiência interna e subjetiva dos indivíduos. A PNL é o primeiro modelo capaz de observar o relacionamento entre como nós neurologicamente processamos informações e o efeito disto no nosso comportamento e sentimento.

A PNL estuda a estrutura da experiência subjetiva. Por estrutura queremos dizer  imagens, sons - ou diálogo interno - e sensações com que a pessoa cria suas experiências internas e influencia seu comportamento externo.

Aprender a ter controle sobre sua vida é o que interessa. É fazer com que suas experiências subjetivas que acontecem ao acaso sejam dirigidas de modo que elas funcionem de maneira mais benéfica. A PNL é então uma nova ciência que nos oferece ferramentas para influenciar processos específicos pelos quais nós criamos nossa realidade.

O desafio da PNL é capacitar as pessoas a assumir o controle da sua própria evolução cognitiva e tomar consciência que suas imagens, vozes e sensações internas pertencem a elas e que elas podem manipular estes fatores. O desafio é ajudar as pessoas a compreender que o que elas pensam que é a realidade é apenas o seu modelo da realidade, e ajudá-las a mudar para uma posição onde possam dizer “se isto é apenas um modelo eu prefiro ter aquele outro.”

O mais importante de tudo é a atitude.

 A história da PNL

É a história de uma sociedade que criou uma inesperada sinergia e resultou em um mundo de mudanças. No início dos anos 70, o futuro cofundador da PNL, Richard Bandler, estudava matemática na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. No princípio, ele passava a maior parte do seu tempo estudando computação. Inspirado por um amigo de família que conhecia vários dos terapeutas inovadores da época – ele resolveu cursar psicologia. Estudando cuidadosamente alguns desses famosos terapeutas, Richard descobriu que repetindo totalmente os padrões pessoais de comportamento deles, poderia conseguir resultados positivos similares com outras pessoas. Essa descoberta se tornou a base para a abordagem inicial de PNL, conhecida como Modelagem da Excelência Humana.

Depois, ele encontrou outro cofundador da PNL, o Dr. John Grinder, professor adjunto de lingüística. A carreira de John Grinder era tão singular quanto a de Richard. Sua capacidade para aprender línguas rapidamente, adquirir sotaques e assimilar comportamentos tinha sido aprimorada na Força Especial do Exército Americano na Europa nos anos 60 e depois quando membro dos serviços de inteligência em operação na Europa. O interesse de John pela psicologia alinhava-se com o objetivo básico da lingüística - revelar a gramática oculta de pensamento e ação.

Descobrindo a semelhança de seus interesses, eles decidiram combinar os respectivos conhecimentos de computação e lingüística, junto com a habilidade para copiar comportamentos não-verbais, com o intuito de desenvolver uma "linguagem de mudança".Haviam iniciado a disciplina de Modelagem da Excelência Humana.

Encorajados por seus sucessos, eles passaram a estudar um dos grandes fundadores da terapia de família, Virginia Satir, e o filósofo inovador e pensador de sistemas, Gregory Bateson. Richard reuniu suas constatações originais na sua tese de mestrado, publicada mais tarde como o primeiro volume do livro The Structure of Magic (A Estrutura da Magia). Bandler e Grinder tinham se tornado uma equipe, e as suas pesquisas continuaram a ser feitas com determinação.

O que os diferenciava de muitas escolas de pensamento psicológico alternativo, cada vez mais numerosas na Califórnia naquela época, era a busca da essência da mudança. Como as pessoas pensam a respeito de uma coisa faz uma diferença enorme na maneira como elas irão vivenciá-la.

Ao buscar a essência da mudança nos melhores mestres que puderam encontrar, Bandler e Grinder questionaram o que mudar primeiro, o que era mais importante mudar, e por onde seria mais importante começar. Por sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana no mundo, incluindo o Doutor Milton H. Erickson, M.D., fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica e amplamente reconhecido como o mais notável hipnotizador do mundo.

Na década de 1970, o dr. Erickson já era muito conhecido entre os profissionais da medicina e era até assunto de vários livros, mas poucos alunos seus conseguiam reproduzir seu trabalho ou repetir seus resultados. Dr. Erickson freqüentemente era chamado de "curandeiro ferido", visto que muitos colegas seus achavam que seus sofrimentos pessoais eram responsáveis por ele ter se tornado um terapeuta habilidoso e famoso mundialmente.

Nesta época, as turmas da faculdade e os grupos noturnos conduzidos por Grinder e Bandler estavam atraindo um número crescente de alunos ansiosos por aprenderem esta nova tecnologia de mudança. Nos anos seguintes,vários deles, inclusive Leslie Cameron-BandlerJudith DeLozierRobert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições próprias. Oralmente, esta nova abordagem de comunicação e mudança começou a se espalhar por todo o país. Steve Andreas, na época um conhecido terapeuta da Gestalt, deixou de lado o que estava fazendo para estudá-la. Rapidamente, ele decidiu que a PNL era uma novidade tão importante que, junto com a mulher e sócia, Connirae Andreas, gravou os seminários de Bandler e Grinder e os transcreveu em vários livros. O primeiro, Frogs into Princes (Sapos em Príncipes - Summus), se tornaria o primeiro best-seller sobre PNL. Em 1979, um extenso artigo sobre PNL foi publicado na revista Psychology Today, intitulado "People Who Read People". A PNL deslanchava.

Hoje, a PNL é a essência de muitas abordagens para a comunicação e para a mudança. Popularizada por Anthony Robbins, John Bradshaw e outros, partículas de PNL se inseriram nos treinamentos de vendas, seminários sobre comunicação, salas de aula e conversas. Quando alguém fala de Modelagem da Excelência Humana, ficar em forma, criar rapport, criar um futuro atraente ou quão “visual” é, está usando conceitos da PNL. Estamos encantados que a PNL esteja finalmente se tornando mais conhecida. O fato é que, um pouco de conhecimento pode ser perigroso, ou pode não significar nada. Saber sobre a Modelagem da Excelência Humana é muito diferente do que ser capaz de fazer isso. Saber um pouquinho de PNL é diferente de ter a chance de fazê-la sua. É por isso que escrevemos este livro.

Texto compilado do Blog do INAP e do Artigo Breve Histórico da PNL, disponível no portal Golfinho.

 


 

Coaching

Coach é uma palavra da Língua Inglesa, que tem semelhança de sentido com o coche do Francês, o kutche do Alemão e o kocsi do Húngaro.

Kócs é uma cidade húngara onde a palavra foi utilizada pela primeira vez para designar “carruagem de quatro rodas”. Mais recentemente, Coach tornou-se uma gíria de origem universitária norte-americana para designar “tutor particular” que prepara o aluno para um exame de uma determinada matéria, ou também um instrutor ou treinador de atletas, atores ou cantores.

O Coaching, portanto, é o processo conduzido pelo Coach (profissional), que tem o propósito de facilitar e apoiar o coachee (cliente) em sua trajetória para a conquista de seus objetivos e metas, ajudando-o a atingir o seu melhor e a produzir os resultados que ele quer em sua vida.

Em outras palavras, é um relacionamento no qual uma pessoa (coach) se compromete a apoiar outra (coachee) a atingir um determinado resultado: seja ele o de adquirir competências e/ou de conquistar um objetivo específico,

O Coaching é um processo com início, meio e fim, com um período de duração definido em comum acordo entre o coach e o coachee, em sintonia com as metas desejadas. Fundamenta-se na investigação, reflexão e aprendizagem, por adotar uma abordagem Integral. É prestado por meio de atendimento personalizado (presencial ou internet), onde são dadas orientações, feedbacks honestos e apoio motivacional ao coachee, além de trocas enriquecedoras que ampliam perspectivas a respeito do estabelecimento e conquista de objetivos e metas pessoais e profissionais.

“O coaching baseia-se no conceito de que todas as pessoas têm potencial para solucionar suas questões, cabendo ao coach utilizar técnicas comprovadamente eficazes na mobilização comportamental do cliente, possibilitando que ele tome contato com seus hábitos e pensamentos automáticos que são, muitas vezes, auto-sabotadores e descubra suas potencialidades para auxiliá-lo a determinar o que, onde, como e quando gostaria de realizar em sua vida”, explica Marcelo Danucalov.

Apesar de ser uma técnica relativamente recente, Káritas Ribas explica que o coaching apresenta uma vasta literatura científica que comprova sua ampla aplicabilidade. “Esta técnica tem sido exaustivamente aplicada em diversos setores, tais como o corporativo, educacional e na área da saúde. Existe coaching aplicado aos familiares de crianças portadoras do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, para portadores de distúrbios do humor, aplicado na área de esportes de alto rendimento, aplicado a aprendizagem, objetivando a aquisição de uma melhor memória, aplicado aos programas de perda de peso e para performances em geral”, esclarece a especialista.

FacebookTwitterLinkedIn

Espaço Publicitário

Estatística de Visitas

58118
HojeHoje2
OntemOntem21
Esta SemanaEsta Semana23
Este MêsEste Mês300
Todas as VisitasTodas as Visitas58118

Newsletter

Cadastre-se para receber nossa novidades!
captcha
Atualizar

Espaço Publicitário

Espaço Publicitário

Anuncie3